terça-feira, fevereiro 03, 2026

Conheça os candidatos a Rei Momo do Carnaval de Poços e vote no seu preferido!

Conheça os candidatos a Rei Momo do Carnaval de Poços e vote no seu preferido!

O Rei Momo do Carnaval de Poços de Caldas 2026 será escolhido por voto popular. Dois candidatos tiveram suas inscrições aptas e concorrem ao título de autoridade máxima da folia momesca: Thay Oliveira e Tamir Dias.

A votação segue até sexta-feira, dia 6 de fevereiro, no link disponibilizado no @pocosculturaearte e também no site da Prefeitura. O vencedor será proclamado oficialmente como Rei Momo 2026 no dia 13 de fevereiro, sexta-feira de Carnaval, às 18h, durante a entrega simbólica das chaves da cidade.


“Carnaval é alegria, diversão, felicidade, cor, é tudo, é vida”, celebra o candidato Thaywan Augusto Almeida de Oliveira, o Thay, que tem 35 anos, é educador e trabalha com marketing digital.


Altamir Dias da Silva, o Tamir, também quer levar a coroa de Momo para casa. “Quero representar Poços de Caldas como Rei Momo, estando no Carnaval já há mais de 40 anos. Essa é a minha grande paixão”, revela o candidato, que tem 62 anos.

O eleito deverá participar oficialmente de todos os eventos carnavalescos promovidos pela Prefeitura e receberá um prêmio no valor de R$ 2.000,00. O concurso foi voltado a candidatos do sexo masculino, maiores de 18 anos, residentes no município de Poços de Caldas, que demonstrem carisma, simpatia, alegria, facilidade de comunicação e espírito carnavalesco.


Momo
Uma das figuras mais emblemáticas do Carnaval, o Rei Momo é o símbolo da irreverência na folia. A origem do nome da majestade da festa remonta à mitologia grega, à deusa Momo, personificação da ironia. Desde o século XVI, encontram-se referências ao Rei Momo em celebrações na Espanha. Ele aparece também como rei da folia em diversas tradições nos séculos seguintes. A primeira personificação do Rei Momo no Brasil é de 1910, em uma opereta de Benjamin de Oliveira.

Mas foi somente na década de 1930, que o Rei Momo despontou como a figura carnavalesca que conhecemos na atualidade. Em 1933, um grupo de jornalistas do periódico A Noite, do Rio de Janeiro, criou um boneco de papelão para desfilar pela então capital da República e, ao fim, ser coroado em um trono e liderar a folia. No ano seguinte, a equipe decidiu substituir o boneco de papelão por uma pessoa real: o cronista Francisco de Moraes Cardoso. Seu reinado momesco durou até sua morte, em 1948. A tradição do Rei Momo se solidificou no Rio de Janeiro e se espalhou para outras cidades do Brasil, como Poços de Caldas.